LUCIANO SARTORI
Estudou no Brasil e exterior diversas técnicas de dança como: ballet clássico, contato e improvisação, dança contemporânea, ginástica olímpica, artes marcias, acrobacia, mímica e butoh. Dançou com importantes companhias brasileiras como, Quasar Cia de Dança (dir. Henrique Rodovalho), Trupe 108 e o espetáculo Quebra Nozes (ambos com dir. de Norma Lilia), e projetos diversos como a ópera O Guarani (dir. cênica de Joãozinho Trinta).
Concebeu a cenografia, figurino, dirigiu e coreografou: Metrópole, T.R.A.S.H (em parceria com Denise Zenícola), Idéias que Destroem, A and B (solo), Disciplina do Amor (em parceria com Laura Virginia.), Metrópole Eletrônica e "I".
Apresentou-se no Brasil, México, Alemanha, França, Portugal, Holanda, Espanha e Canadá. Neste último, onde morou de 1997 a 1998, trabalhou com as companhias canadenses: Cas Public; SORTI 22, Brouhaha Dance (dir. Rolline Laporte) e Louis Guillmette (uns dos fundadores e ex-integrante da companhia canadense Lalala Human Steps) em apresentações avulsas e comerciais para TV.
Atualmente é responsável; pelo projeto Instalações de Dança em Bsb; dirige a Cia Sartori (com apresentações pautadas no Brasil e exterior) e coordena a pré-produção do projeto Os Anjos e Sistema Solar.
CIA SARTORI
Fundada em 1995, a companhia realiza apresentações interligando a dança com diferentes segmentos artísticos como: teatro, vídeo, artes plásticas e música ao vivo. Os espetáculos são marcados pelo rigor técnico e pela força criativa apreciados no Brasil e no exterior. Através de produções multimídias arrojadas e atraentes para o grande público, a Cia tem realizado um trajeto particular no cenário da dança brasileira em circuitos novos para apreciação da dança contemporânea. As criações são apresentadas tanto em teatros convencionais, como em palcos de concertos de rock, galpões e praças públicas. As temáticas, em sua maioria, transpõem para o palco a vivência nas grandes cidades.